
Bruno Zamboni
+15 anos em auditoria independente e revisão de demonstrações contábeis. Lidera a prática de Audit & Assurance da MERC. Especialista em NBC TA, IFRS e revisão de controles internos. Contador com registro CRC ativo.
Trinta, cinquenta, cem DFs por fechamento — cada uma com suas particularidades. A MERC DF produz em paralelo com engines especializadas por anexo da Resolução CVM 175, e nenhuma sai do sistema sem revisão de Gerente Sênior + Sócio MERC com CRC ativo.
A dor real não é fazer uma DF — é fazer dezenas por fechamento, cada fundo com anexo, notas e reconciliações próprias. Sem especialização, o preço aparece no prazo, na qualidade e no risco regulatório.
Times inteiros recolhendo balancete, formatando quadro e recolando nota de ano anterior. O tempo caro da equipe é consumido por mecânica — e o julgamento técnico, que é o que importa, fica espremido no fim do prazo.
FIF, FIDC, FII, FIP, ETF, FIAGRO — cada anexo da CVM 175 tem notas obrigatórias, quadros e quality gates próprios. Equipes generalistas não sustentam profundidade em todos ao mesmo tempo.
Software genérico gera output sem ninguém que responda por ele. DF é peça regulatória: sem revisão de quem tem CRC ativo e responsabilidade técnica, a "automação" vira risco para o administrador fiduciário.
A MERC DF produz as demonstrações financeiras completas do fundo — balanço patrimonial, demonstração de resultado, DMPL, fluxo de caixa e todas as notas explicativas obrigatórias — sob a estrutura da Resolução CVM 175 e do anexo aplicável a cada veículo.
O upload é simples: balancete, razão, carteira, regulamento e atas. A partir daí, engines determinísticas resolvem tudo que é cálculo — somas e saldos, PDD aplicada do regulamento, reconciliações, tolerância de R$ 0,01 — e a inteligência artificial multi-modelo redige o que é texto, com base normativa versionada (CVM, CPC, NBC, ANBIMA) citada nota a nota.
No fim do pipeline, o que garante a entrega não é a máquina: é a dupla revisão obrigatória. Gerente Sênior MERC revisa tecnicamente cada DF; Sócio MERC valida os julgamentos críticos e assina digitalmente. Sem essas duas camadas, a DF não sai do sistema.
Um administrador fiduciário com 30 fundos precisa entregar, todo fechamento: 30 conjuntos completos de DFs, cada um com o anexo certo, as notas certas e o quality gate certo.
A MERC DF roda os 30 em paralelo, cada um em pipeline próprio — e Gerente + Sócio entram em 100% deles. É exatamente para essa conta que a plataforma existe.
LLM jamais toca em conta. Tudo que é matemática contábil sai de engine determinística com tolerância de R$ 0,01. A inteligência artificial redige texto com fonte normativa citada — e é revisada por gente que assina.
Cada tipo de veículo tem engine, notas obrigatórias e quality gates próprios. A contratação poderá contemplar:
Precificação por estrutura para administradoras e gestoras com múltiplos fundos — pricing sob consulta, definido caso a caso após conversa com sócio.
A Resolução CVM 175/2022 substituiu a ICVM 555 e consolidou a regulação dos fundos em um texto único com doze anexos — cada um com estrutura própria de demonstrações e notas. Produzir DF nesse ambiente exige conhecer o anexo certo de cada veículo, não um template genérico adaptado.
A plataforma mantém base normativa versionada: monitoramento diário de comunicados CVM, ANBIMA, BACEN/CMN e CFC, com curadoria de Sócio antes de qualquer norma entrar em produção. Uma DF de período 03/2026 usa a norma vigente em 03/2026 — mesmo se processada meses depois.
Normas históricas (ICVM 555, 472, 578, 356, 444, Res. 39) seguem indexadas para DFs de períodos anteriores à transição.
A diferença em relação a software contábil genérico está aqui: nome, CPF e responsabilidade técnica por trás de cada assinatura. Nenhuma DF sai da plataforma sem revisão final de Sócio MERC.

+15 anos em auditoria independente e revisão de demonstrações contábeis. Lidera a prática de Audit & Assurance da MERC. Especialista em NBC TA, IFRS e revisão de controles internos. Contador com registro CRC ativo.

+9 anos em M&A, due diligence e valuation institucional. Lidera Corporate Finance da MERC. Conduziu diligências em Private Equity, IPOs B3 e operações reguladas pela CVM. Liderou áreas de Valuation e Accounting Advisory em firmas globais.
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